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o percurso

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A Avaliação na Educação Online

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Conrad, D.; Openo, J. (2018) Assessment Strategies for Online  Learning Engagement and  Authenticity.  AU Press, Athabasca University doi: 10.15215/aupress/9781771992329.01. https://www.aupress.ca/books/120279-assessment-strategies-for-online-learning/

Texto de referência à atividade 

🎯UM NOVO RECURSO EDUCACIONAL ABERTO, em língua portuguesa, foi produzido de maneira colaborativa, e será publicado no repositório da UAB. 

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Para acessar o recurso educacional produzido, em sua versão final, clique aqui. 

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SOBRE REFLEXÕES PESSOAIS NO PERCURSO

FASE 1: A proposta da construção colaborativa foi elaborada, com sucesso, para fins de aprendizagem. Ao escolher o tema, cada aluno pode focar na sua área de maior interesse, o que aumenta a motivação para a tarefa, segundo os princípios da andragogia de Knowles (1980). 

 

FASE 2: A minha escolha foi trabalhar um dos temas de aprofundamento proposto, o e-portfólio na avaliação. (*). Esse é um assunto presente nas estratégias de avaliação de algumas disciplinas neste mestrado e é um tema diretamente ligado ao estudo que dará base ao meu projeto do mestrado, que trata de ferramentas para a aprendizagem autónoma.  

 

FASE 3: O debate entre pares permite a soma de visões complementares, definido aqui como "análise e discussão dos contributos, seguiu as mesmas premissas da atividade anterior. Particularmente, foi um processo muito rico poder ler as recensões indicadas e emitir a minha contribuição sobre o que foi produzido, sempre com base nos critérios sugeridos pela docente: estrutura; introdução; resumo; análise crítica pessoal e conclusão.  Nessa atividade, ficou ainda mais claro para mim o quanto os critérios são importantes para uma avaliação justa e autêntica. Mas, ressalto que reconheço aqui um processo que teve como intuito a colaboração e não a avaliação. 

 

FASE 4: Ao receber os contributos dos colegas, revelou novos aprendizados. Fiquei agradecida em poder melhorar o meu trabalho, quando os feedbacks foram relacionados aos critérios. Um dos feedbacks gerou-me muito desconforto, ao ser totalmente baseado em opiniões e não nos critérios. Foi um processo de aprendizagem, observar como reagi e depois fiz uma autoavaliação de como deveria ter agido. 

 

FASE 5: Foi prazeroso melhorar a minha recensão, com base em feedbacks que realmente trouxeram valor ao trabalho. Pontos que eu não havia percebido, pontos que precisavam estar mais claros, etc. Mais uma vez vivenciei os benefícios da revisão/avaliação de pares. Além de permitir trazer pontos cegos à tona, fortalece os relacionamentos entre os colegas. Bem verdade que também pode enfraquecer, como foi o meu caso, já que achei um dos feedbacks que recebi um pouco inconsequente, não baseado nos critérios sugeridos. 

 

FASE 6: Nessa fase o que se destaca é o orgulho pelo resultado, produzido coletivamente, num processo de avaliação muito bem interligado e estruturado. Interessante tratar do conteúdo do assunto ao mesmo tempo que a forma de condução reflete o mesmo conteúdo trabalhado. Foi um grande exemplo de plano de avaliação, completo, estruturado e coerente. 

(*) Texto escolhido como base para minha recensão: 

Pires, A. L. O. & Rodrigues, M. R. (2018). Transformando as práticas pedagógicas no ensino superior: o ePortefolio como estratégia de desenvolvimento académico e profissional. In CNaPPES 2018: 5º Congresso Nacional de Práticas Pedagógicas no Ensino Superior (pp. 104-109). Braga: Universidade do Minho.

🧭 REGISTO DE APRENDIZAGENS RELEVANTES 

O trabalho final, com as recensões de cada capítulo do livro indicado, em conjunto com os temas de aprofundamento, já são o registo das aprendizagens mais relevantes e a sua leitura proporcionou uma aula completa sobre as estratégias d avaliação para envolvimento e autenticidade na aprendizagem online, como mencionado acima. 

O que ficou, em essência, para mim: 

O resultado aborda a importância da avaliação autêntica no ensino superior, visando garantir qualidade e responsabilidade. Destaca a relevância da autoavaliação e fornece exemplos práticos para sua implementação, tornando-se útil para os envolvidos no processo educativo. A discussão sobre a necessidade de evoluir as práticas avaliativas para atender às demandas educacionais atuais, é muito bem explorada, e enfatiza a importância da reflexão e da participação dos alunos no processo de aprendizagem online.

Outros pontos de destaque: 

  • Avaliação integrada ao processo de aprendizagem, com alta carga emotiva. 

  • Avaliação autêntica incentiva a aprendizagem profunda.

  • Destaque para feedback construtivo e contínuo.

  • Importância da abordagem centrada no aluno na educação online.

  • Uso de diários como estratégia de avaliação.

  • Necessidade de ajustar políticas de avaliação no ensino online.

  • Posicionamento sobre a avaliação do trabalho em grupo.

Apenas para fins de registo: criei um PDF do trabalho consolidado e fiz as minhas marcações e anotações nos registos  relevantes. VEJA AQUI

🧭 REGISTO DE APRENDIZAGENS RELEVANTES SOBRE O USO DE E-PORTEFÓLIOS COMO ESTRATÉGIA DE AVALIAÇÃO

  • O uso de ePortfólios na educação promove transparência no processo, reflete os elementos da avaliação autêntica e é uma prática de aprendizagem autónoma. 

  • Os alunos reconhecem benefícios como aprendizagem reflexiva e significativa e também reconhecem ter a sua identidade reforçada. 

  • O registo da aprendizagem continuada é uma estratégia de reforço e retenção do conhecimento adquirido. 

  • Professores enfrentam desafios na implementação, relacionadas, principalmente,  à resistência ao novo.  

  • Benefícios incluem portabilidade, acessibilidade e motivação eficaz.

  • Quando a construção é colaborativa, ou os comentários estão presentes, as relações interpessoais positivas são destacadas, com colaboração e apoio mútuo.

Para saber mais sobre e-portfólios na aprendizagem:

Lopes, M. (2020) Como desenvolver portfólios para avaliar o desenvolvimento dos alunos Instituto Porvir. 

​Fernandes, D. (1994) Portefólios: para uma avaliação mais autêntica, participativa e mais reflexiva. IIE Lisboa. 

 ✅INSIGHTS E REFLEXÕES SOBRE O FEEDBACK DA PROFESSORA 

Após a contribuição dos colegas à primeira versão da resenha apresentada, publicamos uma nova versão do documento, o qual foi avaliado pela professora. ​

Esse é um processo fundamental para mim. Preciso ter acesso à informação da fonte, de alguém que realmente estuda e pratica o assunto. A avaliação de pares traz ótimos pensamentos reflexivos, mas não necessariamente estão na formulação mais correta. Tanto é que não considerei todos os feedbacks que recebi dos colegas. Sei que a atividade propôs contribuições e não avaliações de pares. 

Outro ponto interessante foi como o feedback foi dado: em primeiro lugar, uma visão coletiva de como a turma desempenhou, em geral. Ainda que seja possível dar uma visão geral, percebo que a professora utilizou esse espaço avaliativo também como uma ferramenta de aprendizagem (como deve ser), ao trazer pontos como o uso da inteligência artificial, por exemplo. 

Em segundo lugar, a professora ofereceu os feebacks individuais, o que levantou um debate na turma sobre temas relacionados à privacidade e exposição pessoal de cada aluno. Eu ainda preciso estudar mais para me posicionar. Por um lado, entendo que ao ler o feedback de todos, cada um aprende. Embora, a questão da privacidade é um ponto importante na minha avaliação, Preciso de mais dados para me posicionar, irei buscá-los. 

Gostei também de perceber que, mesmo após o feedback, a professora disponibilizou um tempo para que novos ajustes fossem feitos, em uma terceira versão, o que fortalece a qualidade do produto final a ser publicado. Essa preocupação em ir até o fim, com coerência e consistência foi um exemplo que levarei para minha prática docente. 

© 2024 por Andréa Lèbre. Criado com Wix.com

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