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AVALIAÇÃO EM CONTEXTOS DE eLEARNING

Esse é meu diário de bordo sobre o processo de aprendizagem no âmbito da unidade curricular "Avaliação em contextos de elearning", ministrada pela professora Doutora Lúcia Amante

🧭 DIÁRIO DE BORDO 

Um percurso de aprendizagem é feito de perguntas, pesquisas, leituras, reflexões, conversas, dúvidas e descobertas. 

O objetivo desse diário, portante, é registar e partilhar essa jornada.  

🗺️a estratégia do percurso 

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reflexões pessoais (e gerais) no percurso da temática 

as reflexões de cada tema encontram-se na página correspondente a ele. 

  • A avaliação é parte integrante do processo de aprendizagem, não é um complemento, um coadjuvante a ele. 

  • Para além de uma prática pontual, hoje buscamos a cultura da avaliação. Se tivemos em vista aprender, como saber se conseguimos? Há que se ter como demonstrar o que desenvolvemos no percurso em termos de conhecimentos, habilidades e atitudes, ou seja, com foco em competências. 

  • O processo avaliativo deve refletir a(s) abordagem(s) pedagógica(s) requeridas ou defendidas no contexto. Cada tipo de avaliação requer um objetivo a ser alcançado, de acordo com o plano pedagógico. 

  • A avaliação pode ir desde uma visão mais tradicional, centrada em medidas quantitativas até abordagens mais contemporâneas, que consideram a avaliação como um processo social complexo. 

  • Um tipo de avaliação não substitui a outra, necessariamente. Podem conviver ao terem respaldo no objetivo de aprendizagem pretendido e em congruência com a metodologia e abordagens de ensino aplicadas. 

  • Para além desses pontos, é importante considerar a quem serve a avaliação? À sociedade, como uma forma de certificar o saber? Para a instituição, como forma de orgulhar-se dos seus resultados? Para o professor, para ajustar o seu conteúdo e/ou metodologia? Aos alunos, que podem avaliar o seu próprio aprendizado? Aos pais dos alunos, com seus múltiplos interesses? São muitos os interesses a conciliar. 

  • O alinhamento com a Instituição é algo fundamental na busca do equilíbrio entre práticas formativas e práticas sumativas. 

  • A formação e fluência digital, em docentes e alunos, também é um fator primordial no âmbito tratado na UC, mas convivo com a tecnologia diaria e intensamente, então as questões aqui debatidas, como potenciais, barreiras e impactos, não são uma novidade para mim. 

SOBRE OS PROCESSOS AVALIATIVOS DURANTE A UC: 

AUTOAVALIAÇÃO: Pela primeira vez fiz uma autoavaliação a cada tópico de atividade do curso. Normalmente, a autoavaliação ocorre ao fim do percurso. Se o objetivo é que a aprendizagem ocorra durante o caminhar nas competências, a pratica continuada é fundamental. O mesmo vale para todas as outras formas de avaliação e feedback, sõa mais ricos, e úteis, no decorrer do processo. Outro ponto que merece destaque: ao fazer a autoavaliação sempre com base nos mesmos critérios, é possível refletir sobre as mudanças de comportamento adquiridas após a reflexão provocada. O cuidado das professoras em garantir que a autoavaliação fosse realizada a cada etapa também merece destaque. 

AVALIAÇÃO DE PARES: A visão de pares sobre o que foi produzido é algo que tenho como fundamental. A cada avaliação recebida, foi possível ferificar pontos de ajustes ou melhorias. Estar aberto a ouvir essas contribuições é uma competência fuundamental ao aprendiz, ainda que ele não concorde com todas as colocações, o processo é muito rico. No decorrer da disciplina, percebi que, em alguns momentos, o conceito de feedback de pares foi confundido com o conceito de avaliação de pares, o que é compreensível, pois ambos tratam de dar retorno sobre o que foi produzido. Importante aqui citar o enriquecimento do processo de aprendizagem também ao realizar a avaliação de um par. Ao assumir esse papel, tão sensível e importante ao percurso de aprendizagem do outro, me senti responsável por entregar algo de qualidade. Para isso tive que, eu mesma, ter que aprofundar meus estudos e visão sobre o tema. 

AVALIAÇÃO DA DOCENTE: Essa etapa também se tornou referência para a minha prática: clareza na explicação das tarefas, respostas completas, critérios definidos e feedback detalhado fazem toda a diferença num processo avaliativo. Foi muito interessante observar o feedback coletivo, dado a turma como um todo. Já em relação ao feedback individual, a turma apresentou questões relativas à privacidade. Atualmente, ainda estou na dúvida: ao tornar público o feedback individual, ele colabora para a aprendizagem de todos. Mas, por outro lado, pode causar desconforto pela exposição. Talvez o melhor caminho seja acordar a forma como o processo deverá acontecer em cada turma. 

© 2024 por Andréa Lèbre. Criado com Wix.com

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