A rede como interface educativo
- Andrea Lebre
- 14 de jan. de 2024
- 2 min de leitura
Visando explorar o tema acima, segue o meu percurso de aprendizado e produção. Convido os leitores a percorrê-lo e contribuir com as suas próprias reflexões.
Passo 1: Análise dos seguintes vídeos
Passo 2: Elaboração de recensões críticas
As recensões críticas foram elaboradas na visão da tecnologia como interface educativo e podem ser acessadas aqui.
As recensões críticas são de autoria de Andréa Lèbre, Fernanda Mestre, João Batista e Luís Moniz, alunos do Mestrado em Pedagogia do E-learning da UAB. As recensões foram redigidas no âmbito da unidade curricular Educação e Sociedade em Rede, ministrada pelo Professor António Teixeira.
Passo 3: Comentários-síntese
Após a redação e discussão em equipa dos conteúdos apresentados nos vídeos, cada membro da equipa consolidou os seus comentários e sínteses.
Optei por organizar o aprendizado em um Padlet, que pode ser acessado clicando aqui.
Passo 4: Reflexões sobre o percurso de aprendizagem
No cenário da Educação 4.0, duas tendências afirmam-se: a aprendizagem colaborativa e a aprendizagem autodirigida (autoformação), onde o aluno está no centro do processo e o professor atua como mentor. Nesse contexto, e considerando a perspetiva da REDE como INTERFACE EDUCATIVA, seguem os comentários-síntese, com as reflexões provocadas pelos vídeos analisados:
A Rede como interface para a educação, como sabemos, não é a única variável para o sucesso do processo educacional mediado por tecnologia. A pergunta investigativa aqui deve ser: como novos modelos ou práticas educativas devem ser traduzidas na tecnologia disponível para otimizar resultados? Os vídeos analisados não trouxeram respostas a essa questão, portanto a investigação passa a ser nossa a partir daqui, recorrendo a outras fontes ou estudos de caso.
As competências digitais são parte fundamental dessa investigação. O que os atores desse processo devem desenvolver em termos de conhecimentos, habilidades e atitudes? Investigadores, professores e alunos devem, além de buscar o domínio das novas tecnologias, colocá-las ao serviço da aprendizagem. Para isso, o pensamento crítico, a colaboração, a curiosidade, a experimentação, a criatividade, a autodireção, a realização e a aferição dos resultados de aprendizagem, entre outros, devem fazer parte desse novo perfil a ser desenvolvido.
O uso da IA na educação requer uma investigação, ainda mais específico e está num lugar diferenciado em relação às demais tecnologias disponíveis e até mesmo em relação às competências necessárias para utilizá-la nas suas melhores potencialidades. A IA atua num papel mais ativo ao personalizar a aprendizagem, ao fornecer feedback em tempo real e a preparar os alunos para o futuro. Além desses pontos, mencionados no terceiro vídeo mencionado acima, a IA também tem uma capacidade conversacional, apresentando respostas e até sugestões de conteúdos e caminhos. Ela torna-se um ator ativo no processo. Na minha visão, será quase como um novo membro da comunidade de aprendizagem. Será que, num futuro próximo, a IA fará parte dessa comunidade e apoiará a autoformação? A ver.
E fica aqui o reforço ao convite para acessar as recensões críticas da equipa! Certamente, novas reflexões serão provocadas! Basta clicar aqui e boa leitura!







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